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The long and winding lifeThe remains of my day - Revisited 13/05/2009 Eden of the East Posso estar errado, mas se tem um anime com uma idéia nova, esse anime é o "Eden of the East". Até o momento (episódio 5) poucas coisas estão claras sobre o plot, mas resumidamente o que acontece é o seguinte: Uma pessoa está nos Estados Unidos, sem roupas e sem memória de quem é e do que aconteceu anteriormente. Ele possui apenas uma arma e um celular e se lembra apenas de sua ultima moradia / quarto alugado. Ao voltar para seu quarto, ele descobre diversos passaportes falsos (tal qual o agente Bourne), se identifica mais com o passaporte japonês e queima todos os demais passaportes. Resolve, então, voltar ao Japão e nisso ele descobre que o celular, quando ativado, o conecta a uma pessoa chamada "Juiz", de voz feminina. Essa pessoa faz tudo o que o dono do celular mandar, desde pagar passagens a subornar pessoas para sair da fila de desembarque. Ao voltar para o Japão ele descobre que o país tem sido vítma de atentados terroristas que, aleatoriamente e sem rastreio, detonam ogivas de pqueno alcance em áreas desabitadas (causando destruição, mas não morte, pelo menos inicialmente). Além disso, ele se descobre dono de um shopping center e de um cão Shiba com asas (ok, isso realmente é muito forçado). Por fim, ele descobre que não está sozinho. Através de um policial corrupto que também tem um celular igual (e que morre non início da trama) ele descobre que outras 12 pessoas também receberam o mesmo celular e que todas participam de um jogo no qual as regras são as seguintes:
Por enquanto as coisas estão interessantes... vamos ver como essa história irá se desenvolver ao longo de 11 episódios (que marcam o show ou pelo menos a 1a temporada do mesmo). Responsabilidade e culpa Acho que todos nós, numa democracia, temos a responsabilidade de escolher quem tomará decisões por nós na administração dos impostos que pagamos e que correspondem, no Brasil, a quase 60% do que ganhamos trabalhando. Contudo essa responsabilidade é jogada fora por pessoas que votam em branco ou anulam o voto e, pior ainda, votam numa legenda ou num candidato sem pesquisar o suficiente sobre o passado e presente dos mesmos. Por isso eu posso escrever de forma simples e dura. Gaúchos, vocês são irresponsáveis ou ingênuos demais. Como puderam deixar uma pessoa como o Sérgio Moraes, que se "lixa para a opinião pública", ou seja, não se importa com a opinião do seu eleitorado, chegar no cargo que ocupa? Apesar do problema ser grave, a solução é simples: Votem em quem vocês podem confiar. Votem em quem realmente ouve a opinião pública, através dos mais diversos canais possíveis. Votem em quem vocês podem deixar entrar em suas casas sem depois precisar verificar se algo valioso sumiu. Votem com responsabilidade e cumplicidade e, eventualmente, arrependimento e culpa e aprendam com seus erros. Em contrapartida, nunca votem em quem traiu sua confiança, seja na adminsitração errada de recursos públicos, seja na indicação de outras pessoas. Abandonem aqueles que não dão confiança e não dão transparência ao que fazem. Abandonem quem nunca demonstrou competência anteriormente. E, por fim, votem na pessoa, nunca na raça, sexo ou religião da pessoa. Acho que é isso. Ficam, então, algumas palavras de saniedade eleitoral para trás. Vamos ver se isso algum dia acontece e me dá confiança inabalável na democracia tal qual ela é feita no Brasil. 15/03/2009 Correndo da subjetividadeEssa entrada é mais uma seqüência à "Don't believe the hype". Estava revendo alguns CDs e DVDs antigos (sim, sem apóstrofe - afinal de contas o plural é feito adicionando um "s" ao fim das palavras, ao menos, no inglês, enquanto que a apóstrofe indica posse) e achei um filme que tinha visto alguns anos atrás... e que ao contrário de muitas pessoas achei simplório. Trata-se do documentário "Super Size Me".
O projeto é interessante: usar auto-experimentação para verificar se aquilo que todos dizem que faz mal realmente faz mal, e com algo que, aparentemente, é menos perigoso do que vícios como fumo ou alcool e minimamente ilegal como drogas pesadas e outras coisas que podemos fazer a nós mesmos mesmo sabendo que faz mal. Isso me deu uma idéia de um projeto semelhante sobre música axé e seus derivados, mas não quero divergir do tópico principal que é... a subjetividade ridícula de um argumento apresentado pelo filme.
A pessoa em questão engordou, teve resultados péssimos no exame de sangue (ha ha ha, foi reprovado no exame de sangue, que burro, como diria o Chaves), mas o argumento que todos sem exceção repetem e enfatizam tem a ver com a vontade de fazer sexo da pessoa ("my sex drive is in an all time low...."). Assim, se não existe nenhum número que comprove isso (e sinceramente não quero muito saber desses números), porque esse é o argumento vencedor?
Sim, sei da importância que o sexo tem para todos (ei, eu também sou humano), mas para uma pessoa minimamente racional, porquê exibir essa argumentação sem nada minimamente científico que comprove isso? E porque todos que assistem ao filme se importam tanto com algo que é tão subjetivo?
De vez em quando sou racional demais. Mas ainda penso que se a sociedade fosse um pouco mais racional as coisas seriam mais fáceis. A vida seria mais fácil e não perderíamos tempo com coisas que podem não ser verdade. E por isso que eu corro de argumentos como "o sex drive" do super size me, o enredo de "PI" (que tem uma cena interessante de alguém usando uma broca para perfurar o próprio cérebro), o fantasioso "Who the Bleep are us" que é, no mínimo, um filme e livro pega-trouxas, entre outros.
26/02/2009 Multiplicando dinheiro sem multiplicar trabalhoAs pessoas que conseguem vislumbrar um modelo de negócio no qual o investimento é o mesmo, mas a partir do qual possam ser realizados diversos produtos em diversas formas de distribuição / compra são as pessoas iluminadas hoje em dia. Não, não é milagre. Um exemplo simples (e até um pouco errado) disso está na esteira do forno do Habib's. Ao controlar a velocidade podem-se fazer esfihas, pizzas, pasteis de belem e qualquer coisa que seja assada. Eventualmente pode-se usar a mesma massa básica da esfiha e o mesmo processo de fabricação, fechar a massa e variar o recheio, transformando-se nos "calzones" de R$1,00 do Ragazzo (que, todos sabem, tem uma ligação íntima com o Habib's). Um outro exemplo disso está nos sites de fóruns e de discussões sobre um determinado assunto. Com (ou sem) a permissão dos usuários, pode-se fazer uma antologia dos melhores posts, transformando-o num livro que pode ser publicado e vendido em formato PDF no site (ou seja, poupando o trabalho de navegação), ou ainda pode se transformar num livro real (papel e tinta) e ser vendido em qualquer livraria. Pode ainda ganhar formatos compactos (kindle, iPhone e outros), sendo que cada formato adicional implica numa fonte extra de renda para o criador do livro. Sem contar com traduções e etcs... - sem muito trabalho para a geração de conhecimento. Uma outra fonte de renda pode ser também a criação de frameworks de código livre, que eventualmente explorem uma entre as diversas falhas que o modelo de programação dos frameworks estabelecidos (java não é perfeito e muito menos asp.net) apresentam e, com isso, os autores ganham criando mateirais de referência, criando consultorias com base nesse framework ou mesmo criando ferramentas (pagas) que ajudem os usuários a utilizar melhor os frameworks criados. Exemplos disso são o Castle e o NHibernate. Por fim, práticas digitais abusivas podem ser feitas no mundo de hoje. A Telefônica colocou no ar o maldito site "aujdanabusca.telefonica.com.br" para mascarar a própria deficiência de roteamento que, por vezes, impossibilita o acesso a sites teoricamente muito disponíveis como www.ibm.com ou mesmo www.cnn.com. Por outro lado eles usam essa página de "ajuda ao usuário inexperiente que comete erros eventuais ao digitar URLs" como fonte de renda apresentando anúncios direcionados a palavras identificadas na url que se tentou acessar. E se trata de um serviço que só pode ser desabilitado mudando-se os endereços dos servidores DNS que o roteador ou que o computador usa (algo chato para pessoas não técnicas). Na minha sincera opinião, buscar o lucro é inevitável, é o que fazemos no nosso dia-a-dia para sobreviver. Porém praticas como essa da Telefônica são, no mínimo, sinal de desespero. Não tenho realmente uma razão para manter esse serviço em casa (ainda bem que moro numa área com variedade de opções de acesso banda larga à internet) e inevitavelmente deixarei de ser cliente da telefônica. Mas continuarei cliente do Habib's e continuarei comprando livros e adotando frameworks de desenvolvimento de sistemas que, ao meu ver, poupem meu tempo. 24/02/2009 PidginTroquei de instant messenger sem realmente trocar nada. Comecei a usar o pidgin, que é mais um produto open source brilhante. Ele junta a configuração de diversas redes de IM, desde coisas desconhecidas (como Bonjour, pelo menos para mim) até coisas mais populares como AIM, Yahoo, Msn e GTalk. Para mim o grande problema é que o Pidgin não reconhece, em cada uma das redes, os contatos que foram bloqueados. Foi um trabalho hercúleo, mas depois de colocar o Pidgin no ar consegui eliminar cerca de 100 contatos que eu já tinha bloqueado em outras redes sociais, depois de uma hora revisando todos os contatos da minha lista. Mas de onde vieram tantos contatos? Simples: Intant Messaging é a nova "coleira eletrônica", em especial para programadores freelance. Muita gente de empregos anteriores, headhunters que só me ofereceram empregos ruins e até spammers já tentaram entrar em contato comigo. Finalmente, depois de 30 minutos de eliminação de nomes, sinto-me tranquilo em usar o Pidgin e ter a certeza de receber mensagens apenas de pessoas que eu quero que entrem em contato comigo. 19/02/2009 Animes 2009E começa a temporada de animes para me fazer perder tempo em 2009. A maioria são continuações dos mesmos sucessos do passado, mas ainda assim valem a pena serem vistos.
Destaque vai para os seguintes animes:
Hetalia Axis Powers - um anime incrivelmente bobo e político ao mesmo tempo. Ok, aparentemente a frase anterior se contradiz, mas a verdade é que pouca coisa é mais tonta do que fazer uma personificação dos países (Estados Unidos e Inglaterra brigando entre si e a França indo contra ambos, mas com muito estilo) e ao mesmo tempo razoavelmente séria (com mini-textos falando sobre a história dos países) com destaque, obviamente, para a Itália. No episódio 1 tivemos uma Russia espaçosa, tirando sarro dos outros países que sairam da União Soviética. No episódio 5 estamos na 2a guerra mundial onde a Itália, Japão e Alemanha se juntam de uma forma um pouco insólita, com o Japão especialista em miniaturas que viram robos...
Asu no Yoichi - entre as diversas combinações de pessoas atrapalhadas que ficam, por algum motivo, cercadas de garotas que não dão mole finalmente chegou uma na qual o protagonista é um samurai(?!?) treinado nas montanhas e que sai de lá para ter contato com a vida urbana. Sim, é para rir, mas o nível ainda está bom, se comparado a outras coisas (Kemeko DX, alguém?).
Melancholy of Haruhi-chan - não, não é o famoso anime que até criou um movimento de Haruhi é divina, e sim, uma série de desenhos de curta duração com desenhos toscos e que mostra o dia-a-dia da brigada SOS. Bom para passar o tempo - vamos ver até que número isso vai.
Hajime no Ippo: New Challenger - esse anime não é surpresa. Sua primeira parte é um dos melhores animes de todos os tempos (pergunte à animenfo.com) e essa parte não está deixando para menos. Finalmente um anime que volta a tratar o boxe com um pouco de seriedade (ao contrário do ridículo Ring ni Kakero) e que conta a história de Makunouchi Ippo, que saiu de uma adolescência vítma de bullying para ser um campeão de boxe. Para quem já leu o mangá online (como eu), a história segue fielmente o roteiro original, exceto por algumas cenas extras, mas que não melhoram e nem pioram a obra original. Para quem nunca viu, vale a pena.
Skip Beat - mostra a história de uma garota que, ao ser maltratada e desprezada por quem ela abandonou tudo para viverem juntos, resolve se vingar tornando-se uma artista. O processo de se transformar numa atriz, contudo, acaba tornando-a mais completa como pessoa. Vale a pena assistir em especial pelas figuras chibi que são feitas dos personagens, deixando o anime muito, muito engraçado (algo no nível de The Wallflower ou Nadeshiko)
Michiko to Hachin - anime teoricamente ambientado no Brasil. Mostra a saga de uma ex-presidiária que resgata a filha, adorada por pais abusivos que viram na adoção uma forma legalizada de escravisão, e sai atrás do grande amor de sua vida para, enfim, formarem uma família. É claro que enfrentam uma oposição grande de ex-bandidos e etcs..., mas vale a pena assistir o anime porque, embora de um jeito distorcido (não tanto quanto a zoeira dos Simpsons) os autores conseguiram capturar um pouco das paisagens e climas regionais do Brasil. Destaque para o mapa de Mato Grosso que aparece no episódio 14 com o nome "Plasil".
Tytania - uma superprodução que mostra a saga de Fan Hyulick, um general que ganhou uma guerra que deveria perder, contra os "donos" da galáxia, a família Tytania. Tem um pouco de tudo nesse anime, desde momentos engraçados (mas não hilários ou risada humhumhum, como diria os animaniacs) a momentos trágicos. Os desenhos extremamente caprichados e os personagens fortes fazem desse anime um dos maiores candidatos a subir no top 200 do animenfo.com. Não perca o bonde!
Zoku Natsume Yuujinchou - Um anime suave, que eu graciosamente chamo de anime melancólico ou anime para velhos. Volta a mostrar a história de um adolescente que tem um livro herado da avó. Nesse livro existem a assinatura de muitos espíritos, simbolizando o contrato entre ele e os mesmos. Além de libertar quem está preso ao livro, o protagonista também resolve os problemas de muitos espíritos, sempre às custas de algum sacrifício pessoal, junto com um gato estranho que é, na verdade, um espírito poderoso que deseja para si o livro de "amigos". É bom, interessante, mas sempre me deixa triste por alguma razão. Na minha opinião tem a melhor música de abertura da temporada.
Bom, é isso. Tomara que em breve eu tenha mais coisas para escrever.
16/02/2009 CompetênciaTem uma coisa que não tem fronteiras e não conhece nenhuma subdivisão da raça humana, seja ela baseada em cor, sexo, religião ou qualquer outra convenção que exista e que nos classifique e eventualmente nos separe como humanos. Essa coisa é a competência. Porque não importa a raça, sexo ou religião, a competência de uma pessoa é sempre medida pela força de vontade que essa pessoa tem de fazer as coisas darem certo. E com muita força de vontade, mesmo as coisas mais difíceis acabam encontrando um final feliz. O velho lema "Impossible is nothing", se eu não me engano, da Adidas. Por isso não culpe coisas que não podem ser mudadas como cor, sexo e até religião. Apenas tenha vontade de fazer as coisas darem certo, vontade o suficiente para fazer cair todas as barreiras e existe uma grande probabilidade de que as coisas realmente dêem certo. Ano passado tive vontade mesmo de que muita coisa desse errado, muita vontade de abandonar tudo, mas só tenho eu a quem responsabilizar por tudo isso. Esse ano quero porque eu quero que as coisas sejam diferentes. Vamos ver daqui a um ano o que eu vou escrever nesse "Golden Notebook" (que não é o da Doris Lessing, mas tem a mesma importância para mim que teve para ela e sua personagem) |
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